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Investir em imóveis tem destaque frente a diversidade de investimentos

Investir em imóveis tem destaque frente a diversidade de investimentos

Investir em imóveis agora é a bola da vez e conheça neste artigo quais diferenças ao se comparar a outros investimentos disponíveis no mercado brasileiro.

A quarentena, sem sombra de dúvidas, trouxe para muitos questionamentos diversos e também financeiros.

Para quem é mais observador, conseguiu entender a queda rápida e também a forte recuperação da bolsa de valores brasileira frente às incertezas econômicas, políticas e sociais.

Incertezas que ainda persistem, mas que já veem bons resultados em não tão longo tempo assim.

A equipe de Macroeconomia do Banco Safra reavaliou o cenário-base para o crescimento econômico do Brasil neste e no próximo ano. Ainda no terceiro trimestre de 2020, dados recentes mostraram que a recuperação da economia brasileira já está em curso e em velocidade acima da esperada. Contribui para isso a extensão de alguns programas de transferência de renda e manutenção do emprego, relata o Banco que elevou a projeção para o desempenho da economia brasileira no ano de -5,7% para -5,5%, avaliados em bilhões de reais.

O mesmo time trouxe que a projeção de crescimento do PIB em 2021 passou de 3,0% para 4,0% com a importância de ressalte que esse cenário depende da evolução dos riscos relacionados à perspectiva de solvência fiscal, dos avanços na agenda de reforma, que afetam a confiança dos agentes econômicos e do controle da pandemia.

 

Diversidade de investimentos

“Não é mais suficiente ficar só no CDB de bancos grandes, fundos DI ou na poupança, porque esses investimentos entregam rendimentos menores que a inflação”,  destaca matéria recente publicada pela Época negócios.

Com a diversidade de investimentos disponíveis no mercado, cada CPF tem acesso a um portfólio enorme de formas de investir e crescer lado a lado com a retomada da economia pós-coronavírus.

O que todas as análises presentes no mercado têm em comum acordo na diversificação da carteira de investimentos é o direcionamento para que o investidor não fique zero a zero entre o que pode rentabilizar sua aplicação contra o que encontrar de inflação durante o período em que realizá-la.

Clássicos no Brasil estão as letras de crédito agropecuário e as letras de crédito imobiliário (LCI`s e LCA`s), junto dos Certificados de Depósitos Bancários - que normalmente são opções do investidores que buscam sair da poupança e do Tesouro Direto. As primeiras letras são isentas de imposto de renda e se limitam a R$ 250 mil por CPF, com proteção do Fundo Garantidor de Crédito. O segundo, como projeção em 2020, mesmo que pague 100% do CDI vai praticamente empatar com a inflação, segundo Bruno Mori, da Planejar, em reportagem à Época Negócios.

Outras oportunidades de investimentos também incluem Debêntures - títulos emitidos pelas próprias empresas que querem se financiar, e Fundos de Investimentos, como os privados, de ações e multimercados e imobiliários - onde uma empresa terceirizada faz gestão do capital investido somado a outros investidores em busca de rendimentos mensais ou pré-datados.

A própria bolsa de valores brasileira atingiu mais de 2,5 milhões de investidores pessoas-físicas, o maior número histórico no Brasil, contra cerca de 65% da população norte-americana que investe no mercado acionário dos EUA - aproximadamente 214 milhões de pessoas, segundo a infomoney. 

 

Destaque para o mercado imobiliário

Com as taxas de juros mais baixas e propostas atrativas de financiamento movimentando o setor, o destaque se faz ao mercado imobiliário como bola da vez entre os investimentos. Destaque trazido em uma conversa de especialistas pelo Estadão Imóveis no dia 9 de julho onde afirmou que seja alta ou baixa renda, praia ou campo, primeiro ou segundo apartamento, há um interesse muito grande em investir em imóvel dadas as boas condições mercadológicas.

4 grandes motivos destacam esta afirmação, sendo eles a baixa taxa de juros, as mudanças do plano piloto de urbanismo para os próximos anos que visa facilitar a vida das pessoas que se deslocam para o trabalho ou que se mudaram para o interior, a permanência do homeoffice - adotada por muitas empresas no período da quarentena, e os novos significados que as pessoas sentem necessidade ao passar mais tempo em suas casas e ao voltar para seus locais de trabalho.

"Em um cenário de instabilidade econômica, o ativo imobiliário acaba sendo um ativo de proteção do capital, um investimento seguro, que remunera o investidor melhor do que se ele deixasse o dinheiro [aplicado] em uma renda fixa, por exemplo", ilustra Guilherme Werner, sócio da Brain Inteligência Estratégica.

Para Fernanda Cunha de Athayde, sócia-proprietária da SIS3 Imóveis, imobiliária de altíssimo padrão sediada em Curitiba/PR, acostumada a realizar transações acima de 3 milhões de reais como média de negócios:

"A pandemia trouxe um certo desejo por moradias melhores. Acredito que o tempo em casa favoreceu o pensamento focado na residência. A procura por casas com bastante jardim, iluminação natural, uma cobertura gostosa e imóveis de campo ou praia são os unânimes. Além disso, no caso de um investidor, qualquer aplicação financeira de baixo risco tem rendimento bastante inferior ao rendimento que pode ser alcançado com o aluguel. O imóvel se valoriza com o tempo, em um momento de incertezas tudo o que buscamos é segurança, e o imóvel é imbatível."

Para a imobiliária, a procura por imóveis residenciais se concentrou na busca por casas e apartamentos maiores, com os novos proprietários realizando upgrade na forma de morar, e também se firmou em salas comerciais e lajes corporativas, como forma do investidor, muitas vezes pessoa física, migrar o dinheiro de aplicações para investir em imóveis.

Antônio Setin, presidente da Setin Incorporadora, destacou que a queda nas taxas de juros sempre valorizam os ativos imobiliários. “Na prática, estamos vivendo uma fase de juros quase negativos, considerando inflação e imposto de renda. Por isso, o mercado imobiliário é a bola da vez entre os investimentos e continuará sendo no pós-pandemia”, disse o empresário na conversa de especialistas pelo Estadão Imóveis no dia 9 de julho.

Confira ainda mais fotos da premiada Tree House que ilustra o artigo assinada pelo arquiteto Guilherme Torres em construção realizada pela Construtora Monreal em Curitiba, hoje à venda com exclusividade com a sis3imoveis.com - preço sob consulta.

Foto @foim.br
 

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Adriano Tadeu Barbosa
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Sou um comunicador que busca movimentos do Mercado de Luxo para diferenciar pessoas no Marketing Pessoal, desde 2006, com aprovações nacionais e internacionais e conteúdos em diversos formatos para mim e marcas que acredito.

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