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A volta às nossas origens confirmada com o iPhone 12

A volta às nossas origens confirmada com o iPhone 12

Nesta semana presenciamos o lançamento do iPhone 12, tão aguardado por muitos em um evento que desde 2007, ano de lançamento do primeiro iPhone, mexe com a comunidade mundial envolvida na tecnologia de uma das empresas mais valiosas no mundo, atualmente em segundo lugar segundo o estudo pela consultoria Kantar e pelo grupo WPP/2020.

E diferente do que muitos estão escrevendo por aí, a Apple inovou sim.

Não no sentido literal da tecnologia, pois não trouxe grandes alterações no aparelho envolvendo transformações físicas, por exemplo, como telas dobráveis ou carregadores ultra avançados e sem fio, como vemos na concorrência, mas a inovação vem no sentido da palavra para o comportamento humano.

Inovar, segundo nosso dicionário, significa "tornar novo; renovar, restaurar". 

E a Apple, com o iPhone 12, traz exatamente a possibilidade de tornar novo o que por algum motivo foi esquecido. De renovar o que estava de lado. De restaurar o que estava quebrado: nosso resgate ao passado.

Inevitavelmente, e muito influenciado pela pandemia, no meio de tanta conexão com a tecnologia como facilidade à nossa vida, não somente no trabalho, em algum momento é preciso regredir e voltar para onde realmente encontramos nossa essência enquanto seres humanos, em nossas origens.

Enquanto os algoritmos se tornam cada vez mais inteligentes, entregando o máximo de customização diante de nossas escolhas e estilos de vidas identificados por cadastros, likes, postagens e comentários nas redes sociais, principalmente, as pessoas começam a se perder enquanto pessoas.

E as doenças aparecem, a solidão ultrapassa os sentimentos, a vontade por se tornar instagramável demanda da cirurgia plástica e estética. O ser humano perde sua essência em ser único e indivíduo.

A pluralidade não está em reunir milhares de seguidores ou curtidas no ambiente online, mas sim em se cercar de indivíduos autênticos e com olhares que possam somar ao seu.

O resgate ao passado assume a aceleração dos movimentos comportamentais por inovar, tornar novo, o que faz muito sentido em nossas histórias, como as que crescemos valorizando, como as que nos educaram, como as que construíram tradições e costumes de todo um povo, cidade, região, estado e país.

A releitura dos anos em que éramos crianças, SEM TECNOLOGIA, tem trazido o verdadeiro sentido da vida.

Os exemplos são vários em materiais altamente valorizados e que são feitos à mão em tecidos, acessórios e decoração, como também em móveis e viagens, que resgatam o tradicionalismo brasileiro.

Quando o novo iPhone 12 é lançado fazendo uma releitura do que já foi ícone no aparelho número 5, por exemplo, ele reflete que este pensamento é necessário mesmo atrelado à tecnologia.

Porque, lembramos, que a missão da Apple não é oferecer aparelhos eletrônicos, é proporcionar que através deles as pessoas possam se conectar, relacionando-se.

E ela sabe que sem a essência do ser humano fazendo parte desta relação, a inovação pode não mais fazer sentido.

E como voltar às origens em uma diversidade global?

Voltando ao que é nosso, ao país que nos representa, ao Brasil que renasce entre seu folclore, história e oportunidades, à região que conta a sua história, que lhe proporciona seu lifestyle, que traz significados para sua vida pessoal e profissional.

Faz sentido?

Fonte imagem divulgação Apple.

Movimento TOPVIEW
Adriano Tadeu Barbosa
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Sou um comunicador que busca movimentos do Mercado de Luxo para diferenciar pessoas no Marketing Pessoal, desde 2006, com aprovações nacionais e internacionais e conteúdos em diversos formatos para mim e marcas que acredito.

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